Noel Carlos

A “Condução” do CFC

Publicada em 13-06-16 por Noel Carlos

A “Condução” do CFC

 

 

Os Centros de Formação de Condutores têm objetivos que transcendem a formação de motoristas de veículos automotivos. Envolvem o bem mais precioso; a vida do condutor, dos seus passageiros e dos transeuntes. E a condução estratégica da empresa CFC?  Está também atingindo seus objetivos sociais e econômicos? Assim como nos veículos, nos quais os painéis medem combustível, velocidade, temperatura, sistema elétrico, sensores de obstáculos, climatização e outros, Seu CFC também tem “seus painéis de controle?”.

O empreendedor do CFC tem observado esses “painéis”? Já verificou os Controles Financeiros Básicos?  Já fez a “calibragem” dos indicadores? A liquidez está em níveis aceitáveis? As “vias” a serem percorridas são as mais indicadas? E os copilotos, a sua equipe, estão bem sincronizados com a Missão do CFC? Os valores éticos do seu CFC devem estar tão visíveis quanto os para-brisas dos veículos. E os simuladores? Vamos simular a gestão?       

Para “medir a temperatura” da empresa CFC, inicia-se pelo diagnóstico. A lucratividade está em percentuais médios dos CFCs? E a rentabilidade? Os nomes se parecem, no entanto a lucratividade é a relação entre o Lucro Líquido e as vendas. Na rentabilidade, a relação é entre o lucro e o valor investido (veículos, instalações, móveis e utensílios) no negócio.  O Ponto de Equilíbrio nas empresas prestadoras de serviços em média situa-se entre 50 e 60% do valor das vendas. E os índices de liquidez? Com um Balanço Patrimonial encontraremos essas respostas.

Os CFCs necessitam dessas medições. “O que não é medido não é administrado”. O que é medido pode ser melhorado.

E os custos do CFC? Alguns são bem visíveis, outros de pouca percepção ou quase invisíveis. Já ouviu falar de custos “invisíveis ou silenciosos”? O consumo de energia no atendimento, o combustível no veículo para as aulas práticas, pneus, aluguel, contador e outros são exemplos de percepção clara de custos. E os custos invisíveis? Custo de não ouvir o cliente; custo do desperdício dos recursos, custo de horas ociosas.

 

Pense nisso!!!

 

Noel Carlos em 06/06/2106

Administrador de Empresas, Contador, Pós Graduado em Docência do Ensino Superior.

 


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